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CincoLusosOceanos



Quarta-feira, 25.12.13

A Intelligence Económica dos Transacionaveis I

 

 

Os Departamentos De Prospetiva e Planeamento

 

 Há necessidade imperiosa de reconstruir os gabinetes de planeamento estratégico (DPP), que existiam, e sempre existiram, juntos dos nossos Ministérios até começarem a ser desmantelados nos anos 86/89, recuperando as heterogéneas equipas multidisciplinares, que funcionavam como Tink Tank’s de apoio à... decisão em cada ministério, e que se são importantes em todos os ministérios, são vitais nos ministérios da Economia e Industria, que isto de designações para ministérios, era também bom que se acabasse com as mudanças de numero e designação só porque sim.

Por cá a Academia, ou as Associações Sectoriais, CIP, AIP, Associações Comerciais, Etc. nunca podem substituir esses gabinetes, porque eles devem possuir todos os sinais vindos das nossas representações comerciais e diplomáticas, e os resumos dos serviços de Intelligence, que servem de pré- alerta, muitas vezes com vários anos de antecedência em relação ao mercado, simultaneamente com as informações do nosso tecido Económico Privado Industrial, Comercial e de Serviços, informações essas a que as empresas privadas normalmente não têm acesso, a menos que se trate de Empresas Grandes, para o nosso universo,  que possam pagar a consultores especializados, e ainda mesmo assim possuam um gabinete de estratégia interna, que faça o cruzamento da informação vinda do mercado com a das consultoras especializadas.
Para que Todas As Outras, PME privadas, não fiquem condenadas a serem guiadas ao sabor da corrente, e da intuição dos seus mentores, donos, sócios e accionistas, e de uma ou outra feira nacional e internacional, sempre sectorial, e uma mão cheia de seminários e revistas, e algumas indicações do IAPMEI, bastas vezes bastante fora de tempo... comparadamente com o que seria a antecipação necessária, para a preparar a reacção a uma oportunidade potencial.
Tudo isto aliado à representação exterior, por associação em fileiras em todos os eventos, aqui sim coodenadas por um organismo tipo IAPMEI, alargando assim o conceito de fileira usual nas agro-industrias, às outras actividades, por forma a agregar as potencialidades de cada sector especifico, com o das empresas do subcontracto e de componentes de cada área.
Bem como se estabeleça finalmente, e por uma vez, Símbolos da Marca Portugal estáveis no tempo, reduzidos em numero, e cuja representação Iconográfica tenha algo de comum entre eles, para que fique na memória visual do importador e consumidor exterior.
Tudo isto em conjunto para que não se decida comme d´habitude, de forma Empírica e por “Actos de Fé”, num plano sem fio condutor, para alem do obvio exportar Uber Alles, que permita ter uma estratégia de geometria variável que vá ajustando de forma dinâmica os alvos a atingir em cada momento e aos objectivos a médio e longo prazo.
Sem se destruir o trabalho de uma CIP de uma AIP das Associações Comerciais e outras, que têm  e terão sempre muito valor.
O que existe, que é mesmo assim melhor que nada, é muito pouco, para ganharmos a batalha do progresso e do desenvolvimento sustentado, em ciclo longo, num mundo em caminho para uma inexorável maior globalização!
E Tínhamos A Obrigação De Saber Isto, Porque Já O Fizemos! Pois Ela, A Grande Globalização, Até Foi Começada, Continuada, E, Alargada Por NÓS!
J. Jorge Bravo

 

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por cincolusosoceanos às 12:25


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