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CincoLusosOceanos



Sábado, 22.06.13

Que Estratégia? Sair Do Euro!? Ou Talvez Não!

É falso que nos falte recursos próprios!

 

Todo o trabalho está feito desde:

 

Ernani Lopes, no relançamento da nossa economia. Com os planos para as Cidades Médias com a Cultura o Turismo Cultural e os Centros de Excelência, o Cluster do Mar e a nossa ZEE, a Reindustrialização, e o lançamento da Industria da Saúde de Excelência, aproveitando os excelentes profissionais que temos, e mesmo alguma estrutura excedentária, de forma complementarem à Industria Turística.

Por outro lado no Cluster do Mar é fundamental reactivar as Escolas de Marinha e Patrão de Costa  e por as Pescas  a funcionar outra vez, e a pesca moderna de alto com pesqueiros fábrica, a pesca de costa de forma sustentada e relançar as nossas frotas pesqueiras de mar alto usando inicialmente a nossa ZEE e os acordos com os PALOP.

Reconstruir a nossa Industria Ligeira Elétrica e Electónica e Mecânica, e um restrito grupo de Industria pesada da Industria Siderúrgica para metais e ligas finas ferrosas e não ferrosas e ferro maleável e de reciclados, em parceria com a nossa excelente indústria de moldes, reanimar a construção naval de médio e porte para navios especiais, a única que pode ter valor acrescentado, pesqueiros fábrica inclusive. Uma Industria de Meios de Transportes  e Ferroviária nova, e é isso mesmo, de volta a uma nova Sorefame em moldes modernos. A Industria Química de Síntese Ligeira e Farmacêutica, e escolher bem na Industria pesada promovendo só a que acrescentam valor, e não é muito poluente, e alguma petroquímica transformadora para fibras e afins, etc. Por os portos a trabalhar, especialmente os de águas profundas, tanto mais agora com a abertura do renovado canal do Panamá. Sempre foi mais rápido e barato ligar ao resto da Europa via rota marítima do que terrestre, mas preparar a ligação ferroviária de mercadorias e pessoas ao centro da Europa como alternativa pela via Irum/Andaia. Dinamizar os aeroportos e aeródromos internos para que sirvam tal como em todo o lado, para além das ligações rápidas de pessoas, como via de escoamento de hortofrutícolas em fresco, é idiota que a Vitacresse tenha que ir a Faro de camião, despachar produto para a Europa, com Beja meio inactivo devido aos custos do landing, e falta de ligações ferroviárias de jeito.

Concluir a rede de barragens e a rede de eólicas que lhe deve ser adstrita, mas de forma contidas e sem gastos excessivos e luxos arquitectónicos, já que não se quer apostar na energia Nuclear com urânio não enriquecido, embora sejamos detentores das maiores reservas da Europa.

Explorar as reservas de Gás que se sabem existir na ZEE, tudo para que se possa ter uma energia a custos suficientemente baixos para ajudar a viabilizar esta renovação. O que será mais simples também anulando a carga de impostos com que se sobrecarrega a energia cá!

As nossas grandes reservas de agua potável subterrânea de excelente qualidade e muita dela com interesse geotermal

 

Ribeiro Teles, e a sustentabilidade da Nova Agricultura, virada para os hortícolas e a agro-indústria de frescos, e da horta-jardim para o auto abastecimento das populações e a exportação. Se for resolvido o problema de seguros agrícolas de colheitas, A Agricultura como sector primário pode ser florescente, no arroz não há problema pois até já somos exportadores, a maioria  do trigo deve importa-se, e para o milho e outros e para forragens usa-se o regadio do Alqueva e os estuários dos rios abaixo do Douro, que foi para isso que foi previsto desde sempre, o resto é para agro-indústria de frescos, onde só há que por os terrenos do Oeste e do Ribatejo, e do Minho e Algarve a produzir como deve de ser, em hortofrutícolas e em estufa onde necessário, para aproveitar o nosso clima, em contra apanha, em relação aos mercados de exportação, e o litoral Alentejano e o Planalto Transmontano complementarão as restantes necessidades de exportação e abastecimento local, o terreno sobrante com menor capacidade hortofrutícola deve ser reservado para terreno de floresta tradicional, sem pinheiro nem eucalipto intensivo em terrenos de aptidão agrícola ou silvícola e floresta tradicional, e sobreiro, castanheiro, azinho, oliveira, frutícolas e produção produtos tradicionais DOP certificados. Na agropecuária a aposta será no gado de menor porte em pastorícia, excepto no Ribatejo alguma Zona Centro Trás-os-Montes e Açores para o gado maior e leiteiro como tradição!

 

Norberto Pires, e outros que o antecederam com a mesma visão empreendedora, como Carvalho Rodrigues e José Tribolet. Manter o esforço que havia nas Novas Tecnologias, as Nanotecnologias, e as Técnicobiologias, e nas tecnologias de ponta em todos os sectores, como estava a haver até 2010, até termos massa critica nestes sectores. Repor a nossa rede de laboratórios de ponta do estado, LNEC, INETII, Energia Nuclear, Física de Materiais U.L. ISQ, Agrícola e Tropical, Biologia Marítima, etc. e apoiar todos os laboratórios de Investigação e Ciência de Universidades e Institutos, a Todos os Nossos Novos e Velhos Cientistas de todos os centros de Excelência de Investigação Científica Pura e Aplicada.

Rocha Gomes, na recuperação dos nossos recursos Minerais Terrestres e da ZEE Porque entre recursos minerais Terrestres e na ZEE, é um mundo enorme para explorar, deste termos das melhores reservas europeias, a 2 maior reserva de cobre, a primeira de ferro, uma muito boa reserva de Urânio em excelente quantidade e qualidade, uma das maiores em Tungsténio, uma das maiores do mundo em Terras Raras para as novas tecnologias, umas importantes reservas de ouro, entre outras como as rochas ornamentais. Até às riquezas da ZEE, que vão desde os minerais às reservas energéticas principalmente gás. Devemos é usar tecnologias de ponta, que as há e bem baratas para fazer isso, e usar empresas obrigatoriamente nacionais e de capital maioritariamente nacional, nem que aqui se tenha que actuar através de um IPE Mineiro, mas muito bem controlado. Há ainda excelentes Engenheiros. de Minas formados pelos Institutos e Faculdades que ainda sabem da matéria como ninguém!

João Amaral, no como nos livrarmos do euro e recuperar o musculo de uma moeda nossa. Nem que para isso tenhamos de passar por uma moeda dupla, como já preconizado por Manuela Ferreira Leite e outros.

 

Há muita coisa a fazer e muito por onde nos tornarmos relevantes!

É necessário sair deste pântano "europeu" largar o euro se for necessário, e a fé messianica e salvifica na Europa, e voltar-nos para a nossa vocação de construtores de pontes aí pelos 5 Oceanos ligando gentes e continentes!
Por cá, bastava consumirmos preferencialmente Made In Portugal durante 5 anos, para recuperar os nossos Transaccionáveis e o nosso Sector Primário e Secundário! Depois mais 5 de consolidação e não mais a nossa balança de pagamentos seria deficitária! De seguida manter o consumo de produtos nacionais Sempre! Fabrica-se em Portugal compra-se, Não se Fabrica em Portugal Não se compra! Simples

 

Devemos Usar o fundamento teórico da uma nova gesta portuguesa de um Agostinho da Silva, José Adelino Maltez, Renato Epifânio, Miguel Real e Eduardo Lourenço, e Adriano Moreira, Garcia Leandro, Loureiro dos Santo e Pezarat Correia, aplicada com a sociologia de um Vitorino Soromenho Marques e de Boaventura Sousa Santos.
Isto para só falar nos principais e mais conhecidos, não esquecendo as análises de um José Gil, e José N. Rodrigues e Tessaleno Devezas!

Ao contrário dos que nos tem impingido é  falso que não tenhamos recursos próprios! Temos recursos, nossos e suficientes!  

Só não teremos recursos próprios se estiverem todos concessionados a pataco, aos amigos, nas empresas amigas, dos amigos, mas isso também é algo que se resolve revogando as concessões que tiverem  sido feitas com a intenção de prejudicar o estado e consequentemente os Nossos Cidadãos!

 

Demonstra-se assim até à saciedade, como é a ausência de um plano minimamente pensado e detalhado QUE é necessário para focar o País em objectivos reais!
O que seria necessário era então um Plano Geoestratégico Nosso, que dê base de sustentação a um Plano Geopolítico Nosso, realmente pensado por Nós para Nós, e para nos defender da Geopolítica dos outros, e projectar o nosso desenvolvimento sustentado futuro.

 

Ambos os Planos de geometria variável e altamente adaptáveis, tal como o foram assim, no tempos de D. João I a D. João II, por forma a nos lançar em uma senda de desenvolvimento sustentado, com base nas nossas características como pessoas, a partir dos nossos recursos, e assentes numa matriz de Saber e Conhecimento e Inovação, e executados com gestão prudencial dos meios e recursos.

Lançados com a Diplomacia e a Pedagogia necessárias para serem mobilizadores das vontades dos cidadãos, e do bem comum, mas de forma apaixonada e activa, para acordem em Nós o espírito do Engenho e da Arte de Bem-fazer, e da Vontade de Superação, tão Nossa, tão Portuguesa!

 

Banindo desde já, os anos e anos de videirismo vazio ao sabor da moda do momento, e da burocracia em excesso, dos papelinhos e pareceres e das licenças e autorizações, sempre permeáveis à corrupção, e a morosidade da justiça, que se arrasta no tempo, minando a confiança de investidores nacionais e internacionais e dos cidadãos. Renovando a nossa democracia, com a maior participação individual dos Cidadãos, com a possibilidade da sua eleição uninominal, e a institucionalização da maior participação da Sociedade Civil, numa organização na linha das nossas tradições municipalistas!

 

Então sim!
Se nos quiserem na EU, será com este espírito e desta forma!
De outra maneira… Não merece a pena estarmos!
Está tudo feito, só falta a chispa no iniciador, que catalisadores já há nesta conjuntura! Por isso mão à obra!
É HORA!
Porque não?!!!
E Nós Vamos Estar à Espera De Quê?

É Hora!

JB

 

 

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por cincolusosoceanos às 21:45


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